O termo brasiliano talvez tenha sido cunhado por Stephen Kanitz, adminstrador, na edição de 26 de dezembro de 2007 da revista VEJA, a qual não ocupa posição de destaque na vida deste que vos escreve, porém, este texto eu me recordo de ter lido e achado muito interessante (clique para ler), e desde então, é uma reflexão que eu faço sempre que algo relacionado destoa aos meus olhos.

Dantas: Tá vendo doutor, sem algemas!
Pois bem, este final de semana fiquei um tanto fodido da vida. Uma conhecida, que tem um poder aquisitivo realmente muito elevado (isto será ponderante mais a frente) e é de fato bem sucedida na vida, muito provavelmnte com méritos próprios, conseguiu, juntamente ao governo, desconto para obtenção de automóvel equipado com transmissão (marcha) automática pois retirou os seios por causa de um câncer de mama. Ok admito que realmente é uma doença triste, evasiva, uma das piores que nossa sociedade já teve de enfrentar. Mas ela retirou um seio, colocou silicone, em 2 meses estará completamente adaptada, nada de anormal. Contraponto, esta pessoa tem poder aquisitivo de sobra para comprar qualquer carro importado automático, zero, pense em qualquer marca, para esta pessoa é realidade.
É novamente a questão do brasileiro e do brasiliano. Uma hora ou outra, os brasileiros, sugadores, vilões dessa nossa realidade, mostram a cara.
Fevereiro 9, 2009 às 4:36 pm
primão…nem brasileiro, nem brasiliano…nós somos sorocabanos e paulistas. isso com ctz quer dizer alguma coisa. mas voltabdo ao contexto so seu artigo, e já citando um grande poeta – amigo comum – eu entendo você, entendo o que quer dizer e entendo sua angustia. seria angustia o termo correto aqui? d qq forma…eu sou um otimista, sei q as coisas estão melhorando, mas entre brasileiro e brasiliano, sou mto mais sorocabano.
Fevereiro 9, 2009 às 8:50 pm
Fogo primão, muita gente fazendo de tudo pra dar uma mamada na teta explêndida do governo. Pessoas reclamam de bolsa-escola, bolsa-família, mas “sonega” em impostos, dessa forma citada no artigo, por um carro importado o que umas 15 famílias consumiriam em um mês.
Tem que ser muito pau no cu mesmo. Sou sorocabano mas me considero tbm um Brasiliano. Abraço e obrigado pelo comentário!